The beautiful Story of Hayden Waller  escrito em sexta 27 março 2009 08:18

espaço do leu leutraix

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A FÉ  escrito em quarta 25 fevereiro 2009 10:04

por leu leutraix Os espetáculos hipócritas de pastores evangélicos naqueles palcos com sessões de charlatanismo e estelionato não passam de crimes com permissão Constitucional. As manias de católicos em orar para mortos em troca de promessas infames como imprimir milheiro de papel, imprimir faixas, comprar pés de cera, além daquele confessionário semanal para se livrar dos pecados consiste numa inversão do bom-senso. Afinal, fé é fé. Individualmente, a fé não prejudica ninguém, porém, coletivamente, a sociedade se transforma numa Torre de Babel como loucos pregando sua "verdade absoluta". A fé é tampão mental que impermeabiliza a razão. Quem tem fé não tem diálogo, pois seus dogmas já estão "prontos e perfeitos". Nossa compreensão do mundo e das coisas é ainda rasteira e imperfeita, contudo, para os de fé, qualquer argumento científico ou filosófico que não se compatibilize com seus dogmas, não tem valor. A religião afasta o bom-senso e o conhecimento. A filosofia e a razão os atraem.É deprimente ver um evangélico na rua c

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MENINO OU MENINA?  escrito em sexta 13 fevereiro 2009 18:47

LEU LEUTRAIX  SPACE  UM PORTAL DO GRUPO LEU LEUTRAIX

Entenda um pouco essa moda da androginia

Carol Patrocinio

Acordo Ortográfico

Você olha pra uma pessoa e pergunta: “É um menino ou uma garota?”, mas por mais que se esforce, não consegue decifrar. Isso se chama androginia, uma mistura de características masculinas e femininas numa pessoa, o que deixa você confuso. O andrógeno pode parecer feminino demais para um rapaz, porém, masculino demais para uma garota. E é isso que eles gostam!

A pesquisadora Christiane Akune Sato acredita que o movimento conta com influência oriental: "No Japão, você olha e é um mar de gente parecida. Quase todos têm a mesma altura, cor de cabelo, tom de pele. Homens e mulheres, lá, têm diferenças sutis. E as pessoas costumam elogiar dizendo que aquele homem 'é tão bonito quanto uma mulher”, disse à Folha de S. Paulo.

A descoberta
Daniel Peixoto, vocalista da banda Montage, começou a chamar atenção ainda na adolescência, quando trabalhava como modelo - "pessoas do meio me orientaram para a valorização disso" - e depois introduziu a estética na banda.

 


A maior parte das pessoas nota que tem características do sexo oposto na adolescência, quando as formas feminina/masculina começam a se definir. Caio César da Silva, 17, notou que tinha “traços delicados” entre os 14 e 15 anos. Já Victor Guiraldelli, também de 17 anos, só notou que parecia uma garota quando, aos 12 anos, deixou o cabelo crescer.

"Na infância isso acontecia muito e na minha cabeça era algo espantoso, depois fui me acostumando até aprender a reverter isso a meu favor. Como eu sou do interior do Ceará, as pessoas se assustavam bastante com meu visual, mas nada muito sério", relembra Daniel.

“Você passa a ver as coisas com dois focos, sabe?”, diz Caio, que se orgulha em ser andrógino. “Ajuda a conhecer pessoas novas, já que elas veem em mim algo incomum. Só que, às vezes, as pessoas não aceitam, além, é claro, da androginia servir, muitas vezes, como humor involuntário. Para mim, androginia é uma faceta maravilhosa”, completa.

 


Influências externas
Celebridades, músicos e ídolos em geral influenciam muito na formação da personalidade de cada um de nós e isso não é diferente na androginia. "Existe até um certo glamour por traz disso hoje em dia, e muito disso veio de músicos andrógenos como David Bowie, Brian Molko, Shirley Manson e Madonna. Eu também posso me incluir nessa lista (risos)", comenta Daniel.

Porém, todos os entrevistados acreditam que não adianta forçar a barra para estar na moda. “Muitas pessoas que acham que é só colocar uma roupa feminina, pintar as unhas e passar maquiagem, mas isso é coisa que já nasce na pessoa”, explica Victor.

Daniel acredita que forçar a androginia acaba mau, você corre o risco de se tornar caricato e ser infeliz por isso. “Eu tenho dois opostos, se uso barba logo essa androginia acaba, por outro lado é só passar um lápis de olho que já se percebe um semblante feminino imediatamente”, completa.

Androginia e sexualidade
Se você pensa que todo andrógeno é homossexual, está muito enganado! Uma coisa não tem nada a ver com a outra, exceto nos casos em que a androginia é utilizada para minimizar os conflitos internos. Para o psicoterapeuta sexual Oswaldo M. Rodrigues Jr, as escolhas sexuais dos jovens produziram o conceito de androginia e não o contrário: “A androginia não é uma nova identidade de gênero, mas diz respeito aos papéis de gênero e às auto-identificações através das expressões emocionais e papéis sociais”.

Victor conta que sempre foi hétero e nada mudou e ainda diz que as garotas adoram - “As que conhecem sobre o assunto pelo menos, porque pessoas que não fazem a mínima do que é, já levam no preconceito e critica”, afirma.

 


Caio, por outro lado, sempre foi homossexual. “É importante ressaltar que ser gay nada tem a ver com androginia. São coisas díspares”. Mas assume que tem certa influência na hora de escolher seus parceiros. “Eu gosto de garotos mais masculinos”.

Anti-androginia
Assim como aqueles que são a favor da androginia e da liberdade de cada um ter o visual que escolher, existem pessoas que não acham que isso é certo. É o caso de Andrei de Campos, 21 anos.

Para ele, 98% das pessoas que têm a pose de andrógeno, só fazem pose: “Não passa de um bando de cria que quer se passar por "kvlt" (segundo ele, uma forma de se escrever cult), bizarrinho... creio que seja modinha, como é o bissexualismo, indies, dentre outros”.

 


Andrei também acredita que ficar 'em cima do muro', como ele define ser andrógeno, faz a pessoas perder seu senso de 'eu'. “Se o cara for gay, ele deve estar fazendo algo coerente como individuo, mas se for só pra ficar bonitinho, acho uma futilidade patética”, completa.

Para ele, meninos que aceitam parecer meninas são “gays enrustidos, que provavelmente têm medo de se assumir” e sobre as meninas que têm aparência masculina, ele acha o mesmo e se questiona: “Pra que mulher quer parecer com homem? A beleza feminina deve ser mantida e reforçada”.

O que os médicos dizem
O psicoterapeuta sexual Oswaldo M. Rodrigues Jr explica que a androginia existe há mais de 40 anos e tem sido uma alternativa dos jovens para expressar seus desejos sexuais ambíguos.

“Parte da identidade andrógina é composição de papéis sociais intermediários entre homens e mulheres, que produz pessoas capazes de administrar conflitos sociais ligados aos papéis de gênero”, comenta o psicoterapeuta.

“Quando a característica do sexo oposto só é percebida por você, é porque é algo interno, que traduz a forma como você se sente ou pensa a respeito de si mesmo. Porém, se alguma parte do corpo está se tornando característica do sexo oposto é bom procurar um médico”, diz Oswaldo.

Ele ainda completa dizendo que “se estas discussões trazem sofrimento: corra para o psicólogo! Aqui são tratados os problemas emocionais!”.

E você, é contra, a favor ou tanto faz o que as pessoas fazem por ai? Comente!

Leia mais sobre: androginia

 

 

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TESTEMUNHAS DE JEOVÁ Estranha Justiça Aplicada ao Rei Davi  escrito em quinta 15 janeiro 2009 20:25

Blog de leuleutraix :LEU LEUTRAIX'S SPACE, TESTEMUNHAS DE JEOVÁ  Estranha Justiça Aplicada ao Rei Davi

no ar uma série de matérias sobre as testemunhas de jeová

Uma das coisas que é interessante abordar com os TJs é sobre a morte do filho do rei Davi como punição pelo seu adultério com Bate-Seba e posterior assassinato de Urias, esposo dela. O caso do Rei Devi com Bate-Seba é uma das grandes injustiças da Bíblia. A lei de olho por olho que prevalecia naquele tempo exigia que o culpado fosse morto, no caso, Davi. É interessante lembrar que naquele tempo, o zelo pela lei era tão intenso que até mesmo um homem que recolhia gravetos no sábado foi executado por isso. Mas no caso de Davi, ao invés de um adulto salafrário ter sido punido com a morte pelo seu crime, um inocente foi quem morreu no lugar dele, um ser humano que não teve absolutamente qualquer responsabilidade pelo que aconteceu, o filho de Davi que nasceu deste adultério.

Analise isso com ele de modo simples: “Com toda a justiça, quem deveria ter morrido pelo assassinato do marido traído? O Filho inocente? Não, mas morreu! Ou o devasso e assassino rei Davi? Esse sim! Mas viveu, continuou sendo rei e obteve novas mulheres! Como pode isso ter sido uma justiça divina?”

Alguns TJs dizem que Davi foi punido com outras coisas também, como várias de suas mulheres adulterando com servos e filhos seus. Quanto a isso pode-se perguntar: “Mas a bíblia não diz que não é pelo mau que Deus irá fazer justiça? Como pode usar ele o adultério pra fazer justiça? Desculpe, mas isso é contraditório.” – Diante de um questionamento assim, pode surgir novos malabarismos do tipo: “Mas Deus não fez, Ele simplesmente permitiu acontecer.” – Resposta: “Então se Ele apenas permitiu acontecer é porque não providenciou nenhuma punição. Não tomou providência alguma.” Diante disso alguns já chegaram a voltar a citar a morte do filho inocente de Davi como punição que é o que realmente está escrito em 2º Samuel 12:15. Alguns dizem: “O que pode ser pior para um pai do que a morte de um filho?” – Às vezes é preciso ter bastante paciência pra não ficar irritado e poder voltar a questionar com calma: “Então quer dizer que a vida de uma criança inocente foi usada como simples objeto de punição para Davi? Quer dizer que Jeová matou um inocente só pra contrariar Davi? É esse o conceito e o modo correto de justiça? Então Davi nem foi punido, foi apenas contrariado, sendo que este capricho custou a vida de um inocente. Olha, a questão importante nisso não é se o Rei assassino sofreria ou não com a morte do filho. A questão principal nisso é: Desde quando é justo um inocente, que sequer pode fazer uma escolha, morrer no lugar do culpado? O julgamento de Jeová não deveria ser segundo a ação e escolha de cada um? Aquela criança inocente e indefesa não só foi impedida de ter a chance de fazer uma escolha como foi punida pelo crime de outro que sabia muito bem o que estava fazendo. E isso, meu irmão, definitivamente não é justo! Não há como ver justiça nisso!” – Alguns costumam usar um escapismo “encerrador de assunto” do tipo: “Mas não cabe a nós especular isso, pois é Jeová quem julga.” – Responda: “Então é Jeová quem julga. Isso quer dizer então que eu não devo questionar? Devo simplesmente aceitar isso como sendo de Deus, deixando de esclarecer minhas dúvidas sobre uma coisa que obviamente está fora de qualquer senso de justiça. Então eu tenho que aceitar assim, com uma fé cega e pronto? A verdade não deve ser esclarecida?”  Toda vez que eles usarem algum tipo de escapismo “encerrador de assunto” parecido com o anterior, você poderá usar +ou- o mesmo argumento. E acrescente: “Você não acha melhor dar uma pesquisada pra tentar trazer uma explicação mais esclarecedora?” Acredito que ele não discordará. Um outro tipo de escapismo “encerrador de assunto” também muito usado é: “Mas Jeová é Deus, sendo assim Ele tem o direito de fazer o que quiser.” – Terrível, não? Mas esse tipo de “argumentação” é usado. Resposta: “Então, como Ele tem o direito de fazer o que quiser Ele pode praticar injustiças e agir de maneira totalmente fria e desamoroza? Sendo assim, é uma contradição dizer que Ele é justo e amoroso. Quem faz o que bem quer sem considerar a justiça e o amor, é apenas um egoísta. A prova de que Deus não é assim é o fato de estarmos vivos num mundo tão cheio de coisas boas, e isso que você me fala não condiz com a realidade. Lamento!”  Alguns trazem argumentos dizendo que aquela criança será ressuscitada no paraíso, mas se você perguntar onde que isso está escrito na bíblia, eles não poderão responder, pois realmente não há, e se usarem isso, questione: “Vocês não afirmam sempre que é a bíblia que deve dar as respostas corretas e verdadeiras para as coisas? Por que a morte injusta desse inocente não está explicada na bíblia? E essa informação de que esse inocente será compensado com a ressurreição no paraíso, por que também não está escrito?” – Se ele ler o texto de Atos 24:15, que fala da “ressurreição tanto de justos quanto de injustos”, argumente: “Então os justos são aquelas pessoas que tiveram a chance de praticar a justiça, como por exemplo as TJs que morreram fieis. Seriam esses? E os injustos seriam pessoas que praticaram injustiças. Então me diga, que injustiça aquela criança teria praticado? Pelo que eu saiba, ela sofreu uma injustiça! Por algum ponto de vista, talvez uma criança inocente não possa ser encarada como justa, por não ter praticado deliberadamente a justiça. Mas certamente, uma criança inocente jamais pode ser classificada como injusta, pois uma criança é um ser humano puro. Dizer que aquela criança é uma injusta, é sinal de que a pessoa não está usando a razão para raciocinar.” Conclua dizendo que achou a explicação dele insatisfatória e até mesmo contraditória, que espera que ele possa trazer uma explicação melhor. Anote também essa pergunta sem resposta satisfatória.leu leutraix

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TESTEMUNHAS DE JEOVÁ  escrito em quinta 15 janeiro 2009 20:25

no ar uma série de matérias sobre as testemunhas de jeová

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